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segunda-feira, 20 de agosto de 2012
O problema não é meu
Na educação, assim como em outras áreas de trabalho, muito facilmente nos deparamos com situações que estão à nossa frente para serem resolvidos. Mas, falta iniciativa para assumir a tarefa. O sistema prioriza os especialistas em detrimento dos generalistas e, com isso, o problema se mantém, aumenta, cria proposções grandiosas e não se resolve. Como resolver?
Veja a analogia que proponho através deste vídeo!
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Refletindo sobre a educação
Entre os avanços e as resistências sobre os quais se discute na educação, a tecnologia e o acesso às mesmas tem sido ícone de relevantes e assuntosas controvérsias.
Não quero nesta reflexão recorrer aos aspectos que acenam ao acesso dos dos alunos - e mesmo das escolas - às mesmas. Vamos supor que, dadas as limitações e dificuldades de ordens variadas, as escolas têm possibilitado o acesso dos alunos às tecnologias. Este acesso vem mediado pelo professor, que em detrimento, ou não, da sua formação, iniciativa e criatividade, irá desencadear o processo. É sobre este que pretendo refletir.
O entendimento que se tem sobre o tema, se´ra fator essencial para que, na escola, osalunos tenham contato significativo com essa ferramenta. Uma escola com uma sala informatizada, sóterá sentido e significado se for usada adequadamente... Será uma questão de metodologia ou tecnologia?
Segundo Demo (2008) a escola está distante dos desafios do século XXI. Não somente no vídeo anteriormente postado, mas nas situações reais do cotidiano escolar, constata-se que a prioridade das escolas ainda está focada no ato de ler e escrever...de forma tradicional. Não raras vezes, estamos ainda centrados em metodologias tradicionais, que enfocam a aprendizagem da leitura e escrita com vistas a garantir bons indices em programas avaliativos. Se as cobranças sobre estes índices não fossem tão constantes, nem tampouco os seus resultados, talvez a primazia do trabalho docente estaria focado com maior leveza nas situações de aprendizagem que contextualizam o conhecimento embasado nas vivências cotidianas dos alunos.
Bernardo Toro ao escrever sobre as capacidades e competências essenciais à convivência no século XXI, enfatiza a necessidade de o professor formar os alunos para agirem de forma cidadã no contexto social e global, para além do processo de leitura e escrita somente.
Assim, acredita-se que, não só como professor, mas como pessoa possuidora de uma identidade, a atuação docente deve estar investida de autonomia pessoal, o que desencadeia ações que também conduzirão à construção de sujeitos autonomos na escola e para a vida.
Não quero nesta reflexão recorrer aos aspectos que acenam ao acesso dos dos alunos - e mesmo das escolas - às mesmas. Vamos supor que, dadas as limitações e dificuldades de ordens variadas, as escolas têm possibilitado o acesso dos alunos às tecnologias. Este acesso vem mediado pelo professor, que em detrimento, ou não, da sua formação, iniciativa e criatividade, irá desencadear o processo. É sobre este que pretendo refletir.
O entendimento que se tem sobre o tema, se´ra fator essencial para que, na escola, osalunos tenham contato significativo com essa ferramenta. Uma escola com uma sala informatizada, sóterá sentido e significado se for usada adequadamente... Será uma questão de metodologia ou tecnologia?
Segundo Demo (2008) a escola está distante dos desafios do século XXI. Não somente no vídeo anteriormente postado, mas nas situações reais do cotidiano escolar, constata-se que a prioridade das escolas ainda está focada no ato de ler e escrever...de forma tradicional. Não raras vezes, estamos ainda centrados em metodologias tradicionais, que enfocam a aprendizagem da leitura e escrita com vistas a garantir bons indices em programas avaliativos. Se as cobranças sobre estes índices não fossem tão constantes, nem tampouco os seus resultados, talvez a primazia do trabalho docente estaria focado com maior leveza nas situações de aprendizagem que contextualizam o conhecimento embasado nas vivências cotidianas dos alunos.
Bernardo Toro ao escrever sobre as capacidades e competências essenciais à convivência no século XXI, enfatiza a necessidade de o professor formar os alunos para agirem de forma cidadã no contexto social e global, para além do processo de leitura e escrita somente.
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